Não se preocupe, muita coisa pode (e vai) mudar!
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
Em uma perspectiva política, o solucionismo tecnológico está intimamente ligado com o neoliberalismo. Se o neoliberalismo é uma ideologia proativa, o solucionismo é reativo.
Nós precisamos estar mais atentos às pessoas do que a arquitetura, elas são peças chaves e temos que observar o comportamento delas dentro dos projetos.
O ensino ambiental deveria estar presente desde a formação inicial, por isso são importantes as ações do GIA.
Ás vezes a prancha está até bem organizada, com imagens legais e uns textos bacanas, mas ainda assim se sente que tem algo errado. Pode ver que são as cores não estão casando. Trabalhar com elas não é algo simples e nem existe uma fórmula única. São infinitas possibilidades! Mas tem algumas coisinhas que, se a gente souber, pode ajudar na hora de compor.
São os tons mais comuns de se ver as pranchas de apresentação. Eu nunca fujo deles por serem os mais agradáveis, fáceis e substituem bem branco e preto puro. São ótimos para trabalhar efeitos de contraste e hierarquia, que a gente vai falar em outro momento.
Na dúvida, tons de cinza.
Suponho que todo profissional ou pretenso profissional de arquitetura já conheça a roda de cores (ali, no início do post). É com ela que nós criamos paleta do zero ou a partir de uma cor base, apenas através do posicionando dos pigmentos no círculo. A dica de ouro é: crie uma paleta no começo e use-a até o fim! Obviamente que você precisa se atentar para a matiz das imagens da sua apresentação antes disso.
Cores análogas são as que estão lado a lado no círculo cromático, possuindo uma cor básica em comum. Vamos supor que nós escolhemos o vermelho como nossa cor base para montar uma paleta com análogas. Laranja, rosa e roxo são as que trarão maior sensação de unidade e coerência nesse caso.
Essa é uma das regras mais harmônicas sem deixar um efeito monótono, já que usam matizes diferentes.
Essa é uma das minhas regras preferidas e que mais dão certo na hora de montar uma prancha. As variações ocorrem na saturação e luminosidade, obtendo cores mais neutras, vivas, claras ou escuras. Aqui no nosso exemplo são todas em tons de vermelho.
Esse tipo de combinação em uma paleta é para projetos ousados. Confesso que nunca arrisquei, mas tenho vontade. A combinação de cores tríade é feita utilizando três cores equidistantes no círculo cromático formando um triangulo equilátero.
São sempre combinações bem vivas e chamativas.
As cores complementares são opostas na roda de cores, e harmonizam muito bem entre si ao mesmo tempo que contrastam. Se o que você quer é criar imagens vibrantes essa regra é ótima já que as duas cores ganham força juntas. Mas, assim como na tríade, essa junção de cores choca e pode gerar pranchas cansativas se não for usada com cuidado.
Junta isso aí com o que a gente já falou sobre diagramar usando grades e suas pranchas vão começar a melhorar. Mas pra ficar massa mesmo, só a prática!
MARANHÃO, Jade. Diagramação de Pranchas – Parte 2 – Cores. Projeto Batente, Fortaleza - CE, 11 de dezembro de 2017. Educação. Disponível em: <https://projetobatente.com.br/diagramacao-de-pranchas-parte-2-cores>. Acesso em: [-dia, mês e ano.-]
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