Não se preocupe, muita coisa pode (e vai) mudar!
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
Em uma perspectiva política, o solucionismo tecnológico está intimamente ligado com o neoliberalismo. Se o neoliberalismo é uma ideologia proativa, o solucionismo é reativo.
Nós precisamos estar mais atentos às pessoas do que a arquitetura, elas são peças chaves e temos que observar o comportamento delas dentro dos projetos.
O ensino ambiental deveria estar presente desde a formação inicial, por isso são importantes as ações do GIA.
Quebrei minha programação de matérias para escrever um pouco sobre Christoph Niemann, ilustrador, designer gráfico, e, de certa forma, responsável pelo gás a mais que ganhei nesta ultima noite em meio a uma crise de “alheação criativa”.
Ao trabalhar com criações, sejam essas, projetos arquitetônicos, produções gráficas, geração de conteúdo e tantos outros rumos que exigem insights criativos, nós estamos a todo momento sendo cobrados por dois lados. No primeiro, vemos a necessidade do cumprimento de prazos exigidos por autores externos, dos quais não temos como desamparar e do outro lado estamos nós, por vezes estafados na busca de algo extraordinariamente criativo que simplesmente não aparece. Essa autocobrança é bem mais complexa e estressante do que o primeiro lado (aquele externo que nos cobra). Trabalhar, executar e alcançar a satisfação pessoal é fatigante, desestimula e representa um perigo à criatividade como exercício.
No primeiro episódio da série ABSTRACT originada da Netflix, aparece Christoph Niemann em curtos e coincidentemente longos 41 minutos, expondo nos 2.460 segundos o seu processo criativo, a interatividade e o abstrato de seus intentos ilustrativos. Sempre na busca da reprodução autentica de seus ensaios diários para as câmeras, Christoph nos mostra com o desenlace do episódio que o Feeling criativo espontaneamente aparece, mas que é preciso estar aberto para que esse sentimento criativo se sobressaia, e este caminho unicamente é representado por tentativas, você precisa apenas (como se fosse simples) parar e tentar, fazer e refazer, riscar e arriscar.
Finalizando essa matéria aconselho que você assista o documentário, e que entenda que o ponto de vista frente a uma folha de papel em branco deve ser considerado uma paisagem e uma prática cíclica nas tentativas diárias da sempre buscada Criatividade.
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