Não se preocupe, muita coisa pode (e vai) mudar!
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
As ideias de como trabalhar com a arquitetura podem mudar com o curso da faculdade e é isso que vale a pena, não acha?
Em uma perspectiva política, o solucionismo tecnológico está intimamente ligado com o neoliberalismo. Se o neoliberalismo é uma ideologia proativa, o solucionismo é reativo.
Nós precisamos estar mais atentos às pessoas do que a arquitetura, elas são peças chaves e temos que observar o comportamento delas dentro dos projetos.
O ensino ambiental deveria estar presente desde a formação inicial, por isso são importantes as ações do GIA.
Quinta-feira é o Dia da Mulher, 08 de Março, e não poderíamos deixar de ressaltar algumas das arquitetas brasileiras e as suas contribuições para o cenário arquitetônico, urbanístico e paisagístico do país, mesmo que não tão comentadas como falamos na nossa matéria Arquitetas Invisíveis
Dessa forma, separamos três arquitetas que vale muito a pena conhecer!
Engenheira e Urbanista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carmem Portinho fez parte da elaboração e coordenação de dois projetos estruturais: do Aterro do Flamengo e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de fundar a União Universitária Feminina e ajudar fundar a Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas (ABEA).
Portinho também exerceu a direção do Departamento de Habitação Popular do antigo Distrito Federal, hoje Brasília, onde foi um dos profissionais a introduzir o conceito de moradia popular no Brasil.
Considerada uma das profissionais mais importantes para o paisagismo brasileiro moderno e contemporâneo, Rosa Kliass formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e hoje é autora de vários projetos premiados. Sendo muito solicitada para o trabalho de consultora de diversos órgãos públicos, a paisagista também possui grande relevância para o mundo acadêmico da arquitetura, com suas contribuições através de trabalhos publicados no Brasil e no exterior e com o seu livro “Parques Urbanos de São Paulo”.
A mais nova desse nosso grupo, mas tão inovadora quanto as outras, Carla Juaçaba é formada em arquitetura pela Universidade de Santa Úrsula, no Rio de Janeiro e já possui grandes projetos com destaque internacional. Fazendo um trabalho com arquitetura sustentável, a arquiteta foi comtemplada com o prêmio ArcVision – Mulheres e Arquitetura.
Tendo uma variedade nos seus projetos, Juaçaba já trabalhou na área residencial como a Casa Rio Bonito, onde trabalha o material natural com a viga metálica. Outro trabalho de destaque, mesmo que temporário, é o projeto do Pavilhão da Humanidade.
Dessa vez só separei três arquitetas e engenheiras brasileiras para celebrar no Dia da Mulher, mas temos muitas profissionais no ramo da construção civil que fazem ou fizeram a diferença no nosso cenário, mesmo que de forma pequena e não poderíamos deixar de falar delas.
Qual outra mulher da construção civil que você se inspira ou tem grande admiração? Comenta aqui pra gente!
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